
quarta-feira
Cuidado Com A Língua !

Timor Leste

terça-feira
O Novo Acordo Ortográfico

A nova ortografía irá acarretar alterações na grafia de cerca de 1,6% do total de palavras na norma euro-afro-asiático-oceânica (em Portugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau) e de cerca de 0,5% na brasileira. Mas em Portugal em geral as pessoas não sentem-se contentes e afirma-se que são 2,7 % as mudanças em Portugal e que no Brasil só vai haver 0,6 % de palavras modificadas, sendo Portugal o país onde surgiu a língua. Um dos comentarios para o diario Público sublinha: "...Agora escreve-se "Egito" em vez de "Egipto". Então e "facto" passa a "fato". Que eu saiba, "fato" no Brasil é "terno" (as minhas desculpas aos brasileiros se estiver enganada). Já agora... sem ofensa aos vários (ou é varios) tipos de Português que se fala no mundo... Mas eu é que não vou andar a falar ou escrever brasileituga ou africatuga. Este acordo ortográfico (ou é ortografico) é uma piada de mau gosto, uma palhaçada brutal para a qual até me faltam palavras. Assassinar a língua (ou agora será lingua...) de Camões... realmente, quanto mais vejo o que se passa em Portugal menos orgulho tenho em ser portuguesa...". Um tratado polémico, cujo teor substantivo e valor jurídico não reúnem consenso entre linguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidades dos sectores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades portuguesa e brasileira. Em Maio o Manifesto/Petição Contra o Acordo Ortográfico constava já de mais de 15.000 assinaturas. Agora os meninos começam a aprender uma nova ortografía na escola. Na rua a polêmica continua.
Danças da Transilvânia

crédito: Correio Da Manhã
segunda-feira
A Rua Da Poesia

quinta-feira
Antes Da Escuridão
Ossétia do Sul, Iraque, Palestina, Afganistão, Haiti... Nada mais que dizer... Só as palavras de Mafalda Veiga:
São tantas batalhas
É tão funda a dor

São tantas imagens
De abandono e desamor
Há tanta gente caída
Sem ninguém que os abrace
Sem ninguém que os levasse
Antes da escuridão
Então desenho o teu corpo em mim
A forma da tua mão em mim
Pudesse ser essa forma do mundo inteiro
Acordo só para te ver dormir
Assim em paz
São tantos os medos
Calados por dentro
Estilhaços de guerra
Sem luar nem vento
Cravados tão fundo
No peito
Sem ninguém que os arranque
Sem ninguém que estanque
O mal que foi feito
São tantos olhares
De espanto, vazios
E é tanto o escuro
E faz tanto frio
Há gente caída no chão
Sem ninguém que os levasse
Sem que ninguém que os abrace
Antes da escuridão
Então desenho o teu corpo em mim
A forma da tua mão em mim
Pudesse ser essa forma do mundo inteiro
Acorda só para te ver dormir
Assim em paz
Então desenho o teu corpo em mim
A forma da tua mão em mim
Assim em paz
l
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